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Sony Z3 Compact agrada por preço, design e usabilidade Sony Z3 Compact agrada por preço, design e usabilidade

Sony Z3 Compact agrada por preço, design e usabilidade

CelularesReviews 10 de março de 2016 Sérgio Vinícius

O Sony Z3 Compact é o melhor custo-benefício do mercado brasileiro. Seu preço intermediário aliado à duração de sua bateria e ao seu charme o tornam um telefone a ser indicado para diversos tipos de usuário – aqueles que não querem gastar muito, quem deseja um smartphone bonito, pessoas que objetivam se livrar da tomada três vezes ao dia. (Como é à prova d´água, também pode seduzir mãos furadas.)

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A tela de 4,6 poelgadas agrada bastante em tarefas do dia a dia (a cores são muito bem representadas) e os requisitos de áudio permitem que usuário experimentem até mesmo certos graves de músicas sem notar que se trata de um smartphone médio.

Veja o comparativo entre Z3 Compact e Moto Maxx
Veja o álbum de fotos do Sony Z3 Compact

A câmera também agradará quem procura um telefone para fazer selfies e até mesmo imagens um tanto mais requintadas – com app de edição de imagens e 20,7 Mpixels de um lado e 2,2 Mpixels do outro, o Z3 Compact faz tão bonito que dispensa outras máquinas em viagens longas.

Entre os pontos negativos do modelo estão os infindáveis apps de perfumaria que acompanham o telefone e não permitem ser deletados facilmente. É app para rabiscar, para aumentar a “experiência” no Facebook, para gerenciar redes sociais. Tudo isso poderia ser opcional.

Raio-X

Nome: Sony Z3 Compact
Tela: 4,6 polegadas; 720 x 1280 pixels
Armazenamento: 16 GB
Processador: quad core, de 2.5 GHz
Câmeras: 20,7 e 2 Mpixels
Dimensões: 6,49 x 12,3x 0,86 cm
Peso: 129 g
O que anima: Design, usabilidade, preço
O que decepciona: Excesso de apps, pouco espaço de armazenamento, vítima da obsolescência programada
Preço: R$ 1.600
Site oficial: clique aqui

Essa quantidade de programinhas, somada às boas fotos que o telefone faz, resulta em outro problema: a falta de espaço interno do telefone. Com 16 GB, mal dá para o conteúdo diário e será necessário comprar um cartão microSD para colocar imagens, músicas e o que mais o usuário desejar.

Aliás, aqui também entra boa sacada do Adroid bastante elegante desenvolvido pela Sony: o sistema avisa quando o telefone vai ficar cheio e acaba por sugerir passar diversas mídias armazenadas na memória interna para o cartão removível. De tempos em tempos, surge o ícone de transferência e basta um toque para fazer isso.

Por fim, calar o aparelho é tarefa para profissionais. São tantos apps e funções automáticas instaladas pela Sony que a cada 10 minutos ele toca alguma coisa, seja informando tempo, atualização de sistema, de app, chegada de mensagem, etc. Se o usuário não optar por usar 100% no silencioso, eventualmente ouvirá o smartphone soar algum aviso. Isso, mesmo depois de seis meses tentando desabilitar tudo o que ronrrona.

Momento Rocky
Depois de seis meses, o telefone não chegou a apresentar grandes desgastes no dia a dia. Do ponto de vista físico, o Z3 Compact passou a oferecer mal contato na entrada P2. O resultado: como quando o fone de ouvido é desconectado, por padrão, a música para, escutar canções com o Z3 Compact enquanto se estava em movimento passou a se tornar tarefa inglória. Outro ponto negativo é que com o pouco espaço interno, após meses de uso o app que pedia para transferir as mídias começou a aparecer diariamente, gritando Adrian e tentando resolver tudo.

Confira algumas fotos do Z3 Compact.

 
 
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