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Como reforçar os processos de segurança dos dados nas empresas

  • Créditos/Foto:https://depositphotos.com/br/in
  • 19/Fevereiro/2024
  • Da Redação, com assessoria

Em um mundo cada vez mais digital, no qual a informação é um ativo essencial para qualquer empresa, a proteção dos dados corporativos se tornou uma prioridade inegociável. As ameaças à segurança de dados sensíveis ou sigilosos estão em constante evolução e muitas companhias enfrentam desafios significativos para combaterem e se manterem à frente das ameaças cibernéticas.

Nesse cenário, a Leega, empresa brasileira de consultoria e outsourcing de tecnologia com mais de 20 anos de experiência, e a JC Advisor, consultoria especializada em cibersegurança, dão dicas para empresários e gestores reforçarem os processos de segurança de dados, abordando alguns dos principais desafios da atualidade nesse segmento.

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“A segurança dos dados é uma preocupação crítica para as empresas. Entre as maiores ameaças estão a baixa conscientização dos usuários em relação à segurança cibernética, ciberataques que podem paralisar os negócios e possibilidades de vazamento de dados, além de um controle insuficiente sobre a superfície de ataque e baixa maturidade na gestão de riscos de terceiros”, explica Paulo Amorim, diretor de Backoffice da Leega.

O executivo complementa que, para proteger efetivamente os dados contra ciberataques e vazamentos, as organizações precisam adotar medidas essenciais. “Obter um planejamento estratégico de segurança e cibersegurança é crucial. Além disso, é preciso saber identificar onde os dados estão para classificá-los, priorizando a proteção dos dados mais confidenciais. A gestão de riscos de terceiros é essencial para elevar o nível de maturidade em cibersegurança, e os ciclos de melhoria contínua são uma necessidade constante.”

Além disso, a conformidade com as regulamentações, como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), tornou-se obrigatória e tem um impacto significativo nas práticas de segurança de dados. “A LGPD e outras legislações similares obrigam as empresas a adotarem boas práticas e técnicas de segurança, responsabilizando o controlador pelos parceiros do ecossistema. Por isso, não estar em conformidade pode, inclusive, prejudicar diversas oportunidades de negócios”, destaca Marcos Julião, COO da JC Advisor.

Um dos grandes desafios que as organizações enfrentam ao tentarem proteger suas informações é a escassez de mão de obra qualificada em segurança de dados, o que torna ainda mais custoso e difícil garantir os ciclos de monitoramento e melhoria contínua. Convencer os líderes empresariais a enxergarem a cibersegurança como uma necessidade de negócios é outro desafio. Trata-se de um investimento necessário, não apenas uma despesa.

A conscientização e o treinamento dos colaboradores desempenham um papel vital na melhoria da segurança dos dados. “Historicamente, o elo mais fraco da segurança são as pessoas. Diversas abordagens, como palestras, workshops e testes de phishing, ajudam a empoderar os funcionários na proteção dos dados, reduzindo o potencial de perdas e exposição a riscos cibernéticos”, comenta Julião.

Já sobre as tendências emergentes na área de segurança de dados, Julião menciona ainda que “a inteligência artificial está se tornando uma ferramenta cada vez mais valiosa em cibersegurança. Além disso, a legislação está em constante evolução, como o DORA na Europa e iniciativas no setor financeiro brasileiro, encabeçadas pela FEBRABAN, estão moldando o futuro da segurança de dados. Por isso, é importante que as empresas se mantenham conectadas com parceiros especializados e, assim, prepararem-se para essas tendências”.

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