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7 mitos sobre inteligência artificial e como desmentir os boatos

Créditos: DepositPhotos

Já é tradição: o primeiro dia do mês de abril (ocorrido na última segunda-feira) é recheado de “pegadinhas” entre amigos, colegas de trabalho, familiares e internautas, afinal, é o “Dia da Mentira”.

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Diversos temas ganham versões falsas na data e um dos assuntos de grande repercussão e que é repleto de mitos há pelo menos dois anos — desde que se popularizou com o Chat GPT — é a inteligência artificial (IA).

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É comum ouvir as pessoas dizerem que a “IA vai dominar e exterminar o mundo“, mas será que é verdade ou mais uma falácia de 1º de abril?

“O fato é que ela é uma ferramenta desenvolvida para melhorar a nossa vida e facilitar tarefas mais complexas, otimizando o nosso tempo e aumentando a nossa produtividade”, explica Renata Feltrin, Diretora Executiva da CI&T, empresa de transformação digital.

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Com isso em mente e com o objetivo de separar a realidade da ficção e o mito da verdade, a CI&T reuniu algumas das mentiras mais difundidas sobre inteligência artificial e mostra como combatê-las para não cair na brincadeira.

Confira os boatos mais corriqueiros

1- IA possui autoconsciência: ela é retratada muitas vezes em filmes e séries como um “ser” capaz de ter autonomia. No entanto, a tecnologia realiza apenas tarefas específicas para as quais foi programada e não possui autoconsciência ou capacidade de pensar como os seres humanos, uma vez que o raciocínio dela é limitado às informações que tem à disposição.

2- IA pode aprender e evoluir por conta própria: muitos acreditam que ela pode aprender novas habilidades sem intervenção humana. Contudo, qualquer evolução requer programação e supervisão para ajustar algoritmos e direcionar o aprendizado.

3- IA entende emoções humanas: os sistemas de IA ainda são limitados em sua capacidade de compreender verdadeiramente os sentimentos humanos. Eles até podem identificar certos padrões que indicam emoções, mas não experienciam ou entendem isso como as pessoas.

4-  IA sempre toma as melhores decisões: apesar de a IA ser bastante poderosa e processar grandes volumes de dados, ela ainda pode cometer erros. A tomada das suas decisões depende da qualidade dos dados, dos algoritmos utilizados, do contexto em que estão sendo aplicados e, claro, de como ela foi treinada e instruída a fazer algo.

5-  IA é um fenômeno recente: a IA começou a surgir de forma incipiente em 1950, nos Estados Unidos, mas foi só há uns anos que ganhou mais notoriedade e virou assunto cotidiano da população. Ainda que a tecnologia tenha explodido com o ChatGPT, em 2022, ela já era utilizada antes no dia a dia em assistentes de voz, como Siri e Alexa, e em aparelhos smart, como TVs conectadas e geladeiras.

6- IA vai substituir os humanos no trabalho: embora ela possa automatizar e repensar a natureza de muitas atividades, a ferramenta não é capaz de substituir completamente as pessoas, pois muitas profissões exigem habilidades que vão além das suas capacidades, como criatividade, empatia e pensamento crítico. Acreditamos muito mais em um cenário hídrido de Humanos + AI.

7- IA é apenas para empresas de tecnologia: a IA está se tornando cada vez mais acessível e pode ser aplicada em vários setores, como saúde, finanças, varejo e educação. Todas as empresas podem se beneficiar dela para impulsionar a inovação e o crescimento e não apenas as companhias de tecnologia, que são nativas digitais.

*o texto foi feito com a ajuda de inteligência artificial 

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