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Wi-Fi 7 já chegou – mas sua casa pode não estar pronta para ele

O Wi-Fi 7 já chegou. Entretanto, enquanto muitos lares brasileiros acabaram de adotar o Wi-Fi 6 e ainda não se prepararam para a última geração, a TP-Link já está desenvolvendo o Wi-Fi 8. O motivo? O avanço da tecnologia não espera a infraestrutura doméstica se adaptar.

“Enquanto muitos ainda vão trocar de roteador pensando no Wi‑Fi 7, a indústria já projeta o próximo salto. Mas o ponto não é vender tecnologia nova por modismo. O ponto é que a casa das pessoas, do jeito que está hoje, pode não estar dando conta dos planos de internet contratados”, afirma Julio Marquezini, diretor de varejo da TP-Link no Brasil.

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Por que os planos de internet ficaram mais rápidos e baratos?

Nos últimos anos, provedores de internet de diferentes tamanhos conseguiram um feito notável: entregar mais velocidade por menos preço. Isso foi possível graças a tecnologias que reduziram os custos operacionais – como o AGINET, serviço gratuito da TP-Link que permite manutenção remota, sem a necessidade de enviar equipes técnicas no local do assinante –, além de atualização em massa de equipamentos e gestão da rede.

Com isso, o atendimento presencial caiu, a eficiência subiu e o custo por megabit despencou. Resultado: planos de 500 Mbps, 1 GB e até 2 GB estão cada vez mais acessíveis.

O Wi-Fi 7 já existe, mas sua casa não está pronta para isso

A TP-Link já trabalha em padrões futuros que prometem eficiência espectral ainda maior. No entanto, a empresa alerta: de nada adianta o próximo padrão se o básico não for resolvido agora. Por isso, a marca preparou um guia prático de cincos passos para adequar sua casa, independentemente de você querer Wi-Fi 6, 7 ou 8:

1. Troque o roteador: ele é o coração da internet

Sem um roteador compatível com Wi-Fi 7 (ou no mínimo Wi‑Fi 6), você não aproveita velocidades contratadas de 1 Giga ou mais.

2. Amplie a cobertura com rede Mesh

Um único roteador não resolve casas grandes, com paredes grossas ou vários andares. A solução é o sistema Mesh, que distribuem o sinal com estabilidade criando uma única rede Wi-Fi em toda a casa.

3. Posicione o roteador corretamente

O roteador distribui o sinal igualmente em todas as direções. Por isso que ao colocá-lo atrás de móveis ou dentro de gavetas, pode gerar um bloqueio no Wi-Fi, fazendo o sinal chegar mais fraco nos dispositivos. O ideal é posicionar o aparelho em um local central, alto e longe de obstáculos como vidros e espelhos, que refletem o sinal.

4. Organize o excesso de dispositivos conectados

Uma casa moderna tem mais dispositivos que pessoas e o crescimento das casas inteligentes aumentam ainda mais o número de produtos. Aposte em roteadores com tecnologias MU-MIMO e OFDMA, que ajudam a diminuir a “fila de espera” de dispositivos aumentando consideravelmente e velocidade da conexão.

5. Atenção aos cabos e portas

Muita gente esquece dos cabos quando troca de roteador. Apesar de parecerem iguais, trocar para um cabo CAT-6 quando se trata de velocidade multi-gigabit faz toda diferença.

E o Wi‑Fi 8?

A TP-Link confirma que já trabalha em soluções para o próximo padrão, com foco em eficiência energética, inteligência artificial aplicada à rede e maior estabilidade em ambientes densos. Mas a mensagem da empresa é clara. “Primeiro, prepare sua casa para o que já existe. Depois, o futuro será só uma atualização natural”, salienta Marquezini.

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