33Giga Tecnologia para pessoas

Resumão da Semana

Meu pai viu Pelé. Eu, Kléber Gladiador

Para ler ao som de El Ninõ Gerito, claro.

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Já devo ter comentado isso por aqui, mas vamos de repeteco, se for o caso. Tenho um amigo que defende que o futebol brasileiro começou a ir para o vinagre quando o Kléber Gladiador foi tido como craque e disputado a tapa por diversos times do País. Em especial, lembro da treta entre São Paulo e Palmeiras pela contratação.

Se o Gladiador, bem do mediano para meu pai amado!, era a salvação da lavoura à época, é que daí para a frente a coisa só podia degringolar. E foi exatamente o que aconteceu. Oscar, de mediano para pífio além de 7 a 1, também virou alvo de briga de foice entre São Paulo e Internacional. Otero, que nem brasileiro é, chegou com panca de exímio batedor de falta.

Até hoje tenho pesadelos com o DanDan gritando “esse pega bem na bola”. Bom, tenho pesadelo só em lembrar que o DanDan é narrador.

E da escolinha desses aí, temos aos montes, brasileiros ou nem tanto. Sornoza, Cazares, Todos mundo da seleção brasileira do Dunga para cá (chamar Doni para Copa é um pouco demais). Mesmo os melhorzinhos (Robinho, Neymar) foram, no máximo e sendo magnânimo, péssimos exemplos.

Enfim, esses dias estavam comentando no grupo do Coringão (um abraço, Onde Anda a Cadela de Peruca Bonilha?) que o Fernando Diniz jogaria de titular na Seleção. Concordei, sendo que à época de seu auge era terceiro reserva do Corinthians.

A coisa piora um pouco mais quando a gente olha os comentaristas de TV e são ex-jogadores do calibre de Fellipe Bastos e Ramon. Podem até saber falar e analisar tudo muito bem (não faço ideia), mas, só de vê-los, lembro deles desfilando em campo pelo Coringão e sinto minha alma saindo do meu próprio corpo. (Bom, o Caio e o Denilson estão há anos na TV e estão para jogadores de futebol o que o Kléber está para Gladiador, com efeito.)

Tudo isso só para falar que, algo jamais imaginado, o Efeito Kléber Gladiador chegou aos goleiros do Brasil. Não que seja novidade, depois de chamarem o Bento ou o Renan ser contratado a peso de ouro por, novamente, o Coringão. Mas, no momento, os dois mais cotados para a seleção são Carlos Miguel (frangueiro) e Hugo Souza (falha muito). Enfim, o mundo gira e a lusitana roda.

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Vamos falar sobre a news da semana passada? Vamos, turma! (Para um pior entendimento das conversas abaixo, leia Quando a gente não pode fazer nada, a gente avacalha.)

1

– Eu fico muito feliz quando apreciam meu esforço em dar luz à biografia da Marcella.

– Se bem que o boato da parede foi a Beatrix que lançou e eu adotei. Mas a Marcella nega.

– Eu falei que ACHAVA que era a Marcella.

– Não tinha alguém que gostava muito desse assunto na agência?

– Eu lembro muito da gente conversando bastante sobre isso

– Eu não lembro, mas se era alguém, era ela.

– Bianca era obcecada por mortos em elevador. Ou em churrasqueira.

– É a cara da Marcella. Não tem jeito.

– Elevador é quase uma parede também, se pensar bem

– Eu gosto muito de histórias de gente morando nas paredes das casas dos outros, acho que era isso.

– Olha aí! E essas histórias são bizarras mesmo

–Esses dias eu desbloqueei um novo medo: de aleatoriamente alguém prender uma bomba em mim.

– COMO ASSIM?

– Tava vendo uns vídeos no youtube e tem vários casos de gente que foi aleatoriamente pega na rua, ai amarraram um colar de bomba nelas e falaram tipo “vai ali e assalta esse banco pra mim, senão eu te explodo”, por exemplo.

– O correto não seria expludo?

– Já vi um doc de um cara sobre isso. Mas era nos EUA.

– Sim! Acho que esse caso é o mais famoso.

– No Brasil não rola, acho.

– Mas teve um na Colombia também, se não me engano.

– Em Portugal já não sei.

– Nunca se sabe! Mas esse medo entrou na minha lista junto com morrer de pneu desgovernado.

– Aqui no Brasil, é mais fácil uma idosa colocar um aparelho de pressão no seu braço. E depois te extorquir.

– E o aparelho de pressão explodir.

– Mas aí é muito específico.

– Nunca caíram nesse golpe da véia que fica no MASP? Pois eu já.

– Sempre lembro de você e Bianca caindo no golpe do perfume na Kennedy.

– Bom, eu sou um imã de golpe na rua.

– Uma vez, uma cigana parou minha mãe na rua e disse que sabia quando ela ia morrer. Mas só contava mediante pagamento.

– Beatriz cai no golpe e pensa “pelo menos, vou para casa de metrô”. E aí chora.

– E a sua mãe pagou a cigana?

– Se pagou, não sei. Mas a velha falou uma data x. Faz uns 30 anos que minha mãe tá viva além dessa data aí.

– Se pagou, foi o pior investimento do mundo.

2

–  “na minha locadora favorita.” existem locadoras em SBC?

– Porra, Tércio. É o grupo de pirataria de filme de terror.

– ah tá. nunca se sabe, né?

– Mas se procurar bem… Eu acho que a Camila tem um tio que tem uma na ZL.

–  não é possível. deve ser um portal do tempo com fachada de locadora

– vc escreveu sobre o BIS e lembrei que por muito pouco aqui em SP o largo da batata escapou de ser chamado de Largo da Batata Ruffles

– Puta! Eu lembro! Tem a estação Saúde Ultrafarma.

– prefiro Doritos

– Largo da Batata Tata ia ser legal

– só falta existir uma Tata que vende batatas. aquelas de carrinho, igual pipoca

– Largo da Batata Zagueiro Batata

– esse dá mais jogo

– se liga: Principais Estações Patrocinadas em São Paulo

  • Saúde-Ultrafarma: Linha 1-Azul
  • Penha-Lojas Besni: Linha 3-Vermelha
  • Carrão-Assaí Atacadista: Linha 3-Vermelha
  • Paulista-Pernambucanas: Linha 4-Amarela
  • Adolfo Pinheiro-Unisa: Linha 5-Lilás
  • Lapa-Senac: Linha 8-Diamante
  • Berrini-Casas Bahia: Linha 9-Esmeralda
  • Morumbi-Claro: Linha 9-Esmeralda
  • Jurubatuba-Senac: Linha 9-Esmeralda

– gostei muito da Estação Penha-Lojas Besni.

– Aleatório demais.

– a Volkswagen vacilou de não patrocinar a Carrão. ou a Chevrolet ou a BYD. ou a Gurgel

– Na impossível metrô ABC, tem que ter a estação Pequena Tuca – Caninha Cavalinho

– aliás, qual a diferença entre Chevrolet e General Motors?

– Cara, uma é o nome americano, algo assim.

– segundo a IA do Google:

A diferença básica é que GM é a empresa dona (o grupo fabricante), e Chevrolet é o nome do carro (a marca do produto). A General Motors (GM) é a grande corporação multimarca, enquanto a Chevrolet é uma das divisões de veículos que pertence a esse grupo

– Vou confiar na IA porque me convém.

– eu tbm. tem um diálogo do Moacyr Luz com mais alguém, que diz que a internet acabou com a conversa de bar. quando não tinha internet sempre tinha alguém que era mais burro, com a internet qquer dúvida é só pesquisar no celular. em resumo o argumento dele é esse aí de cima.

– Ele tá certinho. Vem a IA,  inventa qualquer coisa e a gente aceita.

–  e tudo bem

– Claro, mesmo porque já já a gente esqueceu a diferença de GM e Chevrolet

– e tudo bem tbm

– “eu já soube isso”

– eu já soube isso, mas agora deixa pra internet saber.

– Isso

– e tudo bem assim. quem trabalha na gm não deve saber a diferença

– Que GM?

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E os links da semana

Semana que vem, tem mais. Até lá.