Resumão da Semana
Meu pai viu Pelé. Eu, Kléber Gladiador
- Créditos/Foto:DepositPhotos
- 13/Agosto/2026
- Sérgio Vinícius
Para ler ao som de El Ninõ Gerito, claro.

Já devo ter comentado isso por aqui, mas vamos de repeteco, se for o caso. Tenho um amigo que defende que o futebol brasileiro começou a ir para o vinagre quando o Kléber Gladiador foi tido como craque e disputado a tapa por diversos times do País. Em especial, lembro da treta entre São Paulo e Palmeiras pela contratação.
Se o Gladiador, bem do mediano para meu pai amado!, era a salvação da lavoura à época, é que daí para a frente a coisa só podia degringolar. E foi exatamente o que aconteceu. Oscar, de mediano para pífio além de 7 a 1, também virou alvo de briga de foice entre São Paulo e Internacional. Otero, que nem brasileiro é, chegou com panca de exímio batedor de falta.
Até hoje tenho pesadelos com o DanDan gritando “esse pega bem na bola”. Bom, tenho pesadelo só em lembrar que o DanDan é narrador.
E da escolinha desses aí, temos aos montes, brasileiros ou nem tanto. Sornoza, Cazares, Todos mundo da seleção brasileira do Dunga para cá (chamar Doni para Copa é um pouco demais). Mesmo os melhorzinhos (Robinho, Neymar) foram, no máximo e sendo magnânimo, péssimos exemplos.
Enfim, esses dias estavam comentando no grupo do Coringão (um abraço, Onde Anda a Cadela de Peruca Bonilha?) que o Fernando Diniz jogaria de titular na Seleção. Concordei, sendo que à época de seu auge era terceiro reserva do Corinthians.
A coisa piora um pouco mais quando a gente olha os comentaristas de TV e são ex-jogadores do calibre de Fellipe Bastos e Ramon. Podem até saber falar e analisar tudo muito bem (não faço ideia), mas, só de vê-los, lembro deles desfilando em campo pelo Coringão e sinto minha alma saindo do meu próprio corpo. (Bom, o Caio e o Denilson estão há anos na TV e estão para jogadores de futebol o que o Kléber está para Gladiador, com efeito.)
Tudo isso só para falar que, algo jamais imaginado, o Efeito Kléber Gladiador chegou aos goleiros do Brasil. Não que seja novidade, depois de chamarem o Bento ou o Renan ser contratado a peso de ouro por, novamente, o Coringão. Mas, no momento, os dois mais cotados para a seleção são Carlos Miguel (frangueiro) e Hugo Souza (falha muito). Enfim, o mundo gira e a lusitana roda.

Vamos falar sobre a news da semana passada? Vamos, turma! (Para um pior entendimento das conversas abaixo, leia Quando a gente não pode fazer nada, a gente avacalha.)

– Eu fico muito feliz quando apreciam meu esforço em dar luz à biografia da Marcella.
– Se bem que o boato da parede foi a Beatrix que lançou e eu adotei. Mas a Marcella nega.
– Eu falei que ACHAVA que era a Marcella.
– Não tinha alguém que gostava muito desse assunto na agência?
– Eu lembro muito da gente conversando bastante sobre isso
– Eu não lembro, mas se era alguém, era ela.
– Bianca era obcecada por mortos em elevador. Ou em churrasqueira.
– É a cara da Marcella. Não tem jeito.
– Elevador é quase uma parede também, se pensar bem
– Eu gosto muito de histórias de gente morando nas paredes das casas dos outros, acho que era isso.
– Olha aí! E essas histórias são bizarras mesmo
–Esses dias eu desbloqueei um novo medo: de aleatoriamente alguém prender uma bomba em mim.
– COMO ASSIM?
– Tava vendo uns vídeos no youtube e tem vários casos de gente que foi aleatoriamente pega na rua, ai amarraram um colar de bomba nelas e falaram tipo “vai ali e assalta esse banco pra mim, senão eu te explodo”, por exemplo.
– O correto não seria expludo?
– Já vi um doc de um cara sobre isso. Mas era nos EUA.
– Sim! Acho que esse caso é o mais famoso.
– No Brasil não rola, acho.
– Mas teve um na Colombia também, se não me engano.
– Em Portugal já não sei.
– Nunca se sabe! Mas esse medo entrou na minha lista junto com morrer de pneu desgovernado.
– Aqui no Brasil, é mais fácil uma idosa colocar um aparelho de pressão no seu braço. E depois te extorquir.
– E o aparelho de pressão explodir.
– Mas aí é muito específico.
– Nunca caíram nesse golpe da véia que fica no MASP? Pois eu já.
– Sempre lembro de você e Bianca caindo no golpe do perfume na Kennedy.
– Bom, eu sou um imã de golpe na rua.
– Uma vez, uma cigana parou minha mãe na rua e disse que sabia quando ela ia morrer. Mas só contava mediante pagamento.
– Beatriz cai no golpe e pensa “pelo menos, vou para casa de metrô”. E aí chora.
– E a sua mãe pagou a cigana?
– Se pagou, não sei. Mas a velha falou uma data x. Faz uns 30 anos que minha mãe tá viva além dessa data aí.
– Se pagou, foi o pior investimento do mundo.
—

– “na minha locadora favorita.” existem locadoras em SBC?
– Porra, Tércio. É o grupo de pirataria de filme de terror.
– ah tá. nunca se sabe, né?
– Mas se procurar bem… Eu acho que a Camila tem um tio que tem uma na ZL.
– não é possível. deve ser um portal do tempo com fachada de locadora
– vc escreveu sobre o BIS e lembrei que por muito pouco aqui em SP o largo da batata escapou de ser chamado de Largo da Batata Ruffles
– Puta! Eu lembro! Tem a estação Saúde Ultrafarma.
– prefiro Doritos
– Largo da Batata Tata ia ser legal
– só falta existir uma Tata que vende batatas. aquelas de carrinho, igual pipoca
– Largo da Batata Zagueiro Batata
– esse dá mais jogo
– se liga: Principais Estações Patrocinadas em São Paulo
- Saúde-Ultrafarma: Linha 1-Azul
- Penha-Lojas Besni: Linha 3-Vermelha
- Carrão-Assaí Atacadista: Linha 3-Vermelha
- Paulista-Pernambucanas: Linha 4-Amarela
- Adolfo Pinheiro-Unisa: Linha 5-Lilás
- Lapa-Senac: Linha 8-Diamante
- Berrini-Casas Bahia: Linha 9-Esmeralda
- Morumbi-Claro: Linha 9-Esmeralda
- Jurubatuba-Senac: Linha 9-Esmeralda
– gostei muito da Estação Penha-Lojas Besni.
– Aleatório demais.
– a Volkswagen vacilou de não patrocinar a Carrão. ou a Chevrolet ou a BYD. ou a Gurgel
– Na impossível metrô ABC, tem que ter a estação Pequena Tuca – Caninha Cavalinho
– aliás, qual a diferença entre Chevrolet e General Motors?
– Cara, uma é o nome americano, algo assim.
– segundo a IA do Google:
A diferença básica é que GM é a empresa dona (o grupo fabricante), e Chevrolet é o nome do carro (a marca do produto). A General Motors (GM) é a grande corporação multimarca, enquanto a Chevrolet é uma das divisões de veículos que pertence a esse grupo
– Vou confiar na IA porque me convém.
– eu tbm. tem um diálogo do Moacyr Luz com mais alguém, que diz que a internet acabou com a conversa de bar. quando não tinha internet sempre tinha alguém que era mais burro, com a internet qquer dúvida é só pesquisar no celular. em resumo o argumento dele é esse aí de cima.
– Ele tá certinho. Vem a IA, inventa qualquer coisa e a gente aceita.
– e tudo bem
– Claro, mesmo porque já já a gente esqueceu a diferença de GM e Chevrolet
– e tudo bem tbm
– “eu já soube isso”
– eu já soube isso, mas agora deixa pra internet saber.
– Isso
– e tudo bem assim. quem trabalha na gm não deve saber a diferença
– Que GM?

E os links da semana
- Manga Million: Shueisha lança plataforma gratuita de mangás traduzidos
- As 100 melhores músicas que ficaram em 2º lugar na Billboard
- Primeiro carro nacional: Romi-Isetta completa 70 anos e ganha encontro
- Como assistir a vídeos do TikTok offline
- 10 museus de tecnologia e ciência para conhecer pelo mundo
Semana que vem, tem mais. Até lá.
