Corporativo
E-book: estudo revela 58 práticas reais de inovação; baixe gratuitamente
- Créditos/Foto:DepositPhotos
- 11/Agosto/2025
- Da Redação
Muito se fala sobre inovação nas empresas, mas ainda são poucas as organizações que conseguem, de fato, transformar esse discurso em prática consistente.
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Para entender como ela vem sendo gerida no dia a dia corporativo, a consultoria Inventta lançou neste ano o estudo “O Futuro da Gestão da Inovação 2025”. No material, ela traz um levantamento inédito de 58 práticas em uso pelas empresas brasileiras, com destaque para as mais consolidadas, as emergentes e aquelas com maior potencial de impacto nos próximos anos.
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Entre os principais achados, estão três práticas que aparecem como as mais aplicadas pelas organizações: melhoria contínua (82%), estratégia (80%) e conceito disseminado (76%). De acordo com o estudo, essas escolhas revelam uma mudança importante na abordagem empresarial: em vez de apostar apenas em iniciativas pontuais, as empresas estão criando fundamentos mais sólidos para estruturar a inovação com consistência.
Estrutura, cultura e execução: os pilares que sustentam a inovação
As práticas mais frequentes revelam o que está na base de uma gestão da inovação robusta: estrutura clara, alinhamento com a liderança e integração com os objetivos do negócio. Isso se traduz em ações como definição de um budget dedicado à inovação, sensibilização das lideranças e adoção de jornadas de experiência voltadas à capacitação interna. A mensagem é clara: sem base sólida, não há espaço para escalar.
No entanto, o estudo também destaca a importância da cultura de inovação. Práticas como eventos internos (73%), comunicação estruturada (73%) e compartilhamento de cases (73%) têm sido utilizadas para mobilizar equipes, reforçar sua importância no cotidiano e estimular o engajamento coletivo. O levantamento mostra que ela , hoje, não é mais exclusiva de áreas especializadas: ela está se tornando responsabilidade compartilhada dentro das organizações.
Tendências em ascensão e o que elas indicam
Para além das práticas consolidadas, a pesquisa também identificou movimentos emergentes que podem ganhar força nos próximos anos. A aplicação de Inteligência Artificial na gestão da inovação aparece como uma das tendências mais mencionadas, embora ainda com baixa maturidade. A expectativa é que, com o avanço na estruturação de dados e no uso de tecnologias preditivas, essa prática se torne uma alavanca para decisões mais assertivas no processo de inovação.
Outras tendências incluem a captação de fomento, a adoção de radar de tendências e o fortalecimento de práticas de co-desenvolvimento com o ecossistema. Todas apontam para um movimento de abertura: sair da lógica de inovação fechada e buscar conexões externas que contribuam para acelerar resultados e reduzir riscos.
Uma vez implantada, a prática tende a permanecer
Outro dado relevante do estudo é a baixa taxa de descontinuidade das práticas. Mesmo as menos adotadas mantêm presença em ao menos 20% das empresas respondentes, o que demonstra que, quando bem implementadas, essas iniciativas ganham perenidade e passam a fazer parte do sistema de gestão. Ou seja, prática de inovação não é projeto, é capacidade organizacional que se consolida com o tempo.
Como estruturar (ou revisar) práticas de gestão da inovação
Com base nas empresas analisadas, o estudo propõe uma lógica clara para estruturar práticas de inovação com impacto real:
- Diagnóstico claro da organização, com análise de cultura, estratégia e desafios atuais
- Escolha criteriosa das práticas iniciais, evitando a adoção de modismos e focando em impacto concreto
- Engajamento da liderança, essencial para dar legitimidade ao processo
- Definição de responsáveis e rotinas, garantindo execução contínua
- Mensuração de resultados, com indicadores que demonstrem valor para o negócio
Esse caminho ajuda a tornar a inovação menos abstrata e mais operacional. Para as empresas, isso significa mais eficiência no uso de recursos, mais foco e, principalmente, mais resultados.
Práticas que constroem reputação e capacidade competitiva
O estudo da Inventta reforça que a gestão da inovação depende, sobretudo, de coerência entre estratégia, cultura e execução. E as práticas são o elo que conecta esses três pilares. Empresas que desejam transformar a inovação em ativo competitivo precisam investir mais do que em ideias precisam investir em estruturas, processos e comportamentos que sustentem essas ideias ao longo do tempo.
Com 58 práticas mapeadas, o relatório é uma ferramenta útil para líderes de inovação, executivos e gestores que buscam organizar seus esforços com mais clareza e menos desperdício. Ao final, o que fica claro é que a inovação não acontece por acaso ela é construída, prática a prática.
Baixe o estudo, gratuitamente, aqui.
