Ciência
Por que a hidratação no inverno é tão importante quanto no verão
- Créditos/Foto:DepositPhotos
- 14/Agosto/2025
- Da Redação, com assessoria
Com a chegada do inverno, o consumo de líquidos tende a diminuir consideravelmente. É como se, na ausência do calor intenso e da transpiração, o corpo não precisasse mais de tanta água. Essa percepção, entretanto, está longe de ser correta. Especialistas da saúde alertam que, justamente por causa do frio, da baixa umidade do ar e do aumento da poluição, a hidratação se torna ainda mais essencial durante os meses mais gelados do ano.
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O frio, combinado à baixa umidade e ao aumento da poluição atmosférica, provoca efeitos no organismo que muitas vezes passam despercebidos. Embora a transpiração visível seja menor do que nos dias quentes, o corpo continua perdendo água constantemente. A simples respiração em ambientes frios já contribui significativamente para esse prejuízo. Aquele vapor visível que sai pela boca ao falar ou respirar em dias gelados é, na verdade, água sendo eliminada do corpo.
Essa perda hídrica constante, silenciosa e, muitas vezes, ignorada, pode desencadear problemas de saúde. Estudos publicados no Journal of Applied Physiology demonstram que, em temperaturas baixas, a perda de água pelas vias respiratórias se intensifica. Além disso, como a sensação de sede fica menos evidente no frio, o organismo não envia sinais tão claros de que precisa de reposição, o que faz com que muitas pessoas simplesmente se esqueçam de beber água ao longo do dia.
As consequências desse descuido são grandes. Desidratação no inverno não se manifesta apenas como sede intensa. Ela aparece disfarçada em sinais como dor de cabeça, cansaço fora do comum, tontura, dificuldade de concentração e até queda na imunidade. Pesquisas divulgadas no European Journal of Clinical Nutrition e por instituições como a National Academy of Medicine dos Estados Unidos reforçam que uma leve desidratação correspondente a apenas 1% a 2% de perda do peso corporal em água, o que já é suficiente para comprometer funções cognitivas, humor e desempenho físico, além de enfraquecer as defesas do organismo.
Esse enfraquecimento, inclusive, se torna especialmente preocupante no inverno, quando infecções respiratórias como gripes, resfriados, sinusites e bronquites estão em alta. A falta de hidratação prejudica diretamente o funcionamento das mucosas do trato respiratório, que dependem de umidade para funcionar como uma barreira física contra vírus, bactérias e outros agentes nocivos. Sem essa proteção natural, o risco de adoecer aumenta consideravelmente.
Alternativas de hidratação no inverno
Beber água pura não é a única forma para manter a hidratação no inverno. Frutas como laranja, melão, melancia e morango são ricas em água. Sopas, caldos e ensopados também cumprem papel estratégico, oferecendo conforto térmico e uma importante carga de líquidos que ajuda a manter o organismo equilibrado.
Os chás ganham, nessa época, um espaço quase natural na rotina. Além de aquecer, hidratam e podem oferecer benefícios adicionais dependendo das ervas utilizadas. Também são excelentes alternativas para quem tem mais dificuldade em beber água pura nos dias frios.
Uma estratégia recomendada, especialmente para quem pratica atividades físicas no inverno ou permanece em ambientes que favorecem a perda de líquidos, é a utilização de bebidas de reidratação oral. Entre as opções disponíveis no mercado, está o Sorox, uma bebida funcional desenvolvida para repor líquidos e eletrólitos. Sua formulação contém oito íons, zero açúcar e baixa caloria – o que é fundamental para se conseguir a manutenção do equilíbrio hidroeletrolítico do organismo de maneira saudável.
O produto é indicado para repor os eletrólitos perdidos em situações que envolvem desgaste físico, exposição a ambientes secos ou aumento da transpiração. Sorox está disponível em diferentes sabores, como tangerina, uva, frutas vermelhas, limão, abacaxi com hortelã, morango com laranja e frutas amarelas. Sua função principal é auxiliar na reposição de água e sais minerais, contribuindo para evitar quadros de desidratação e auxiliar no funcionamento do organismo, sobretudo em contextos de maior demanda hídrica, como exercício físico, exposição ao frio seco ou poluição.
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