33Giga Tecnologia para pessoas

Resumão da Semana

Rede social de 4 letras Gugu. Gugu? Gugu

(Ficou meio chutado, cheio de autoplágio, com imagem porca, sem revisão.

Mas, como diria o cantor do Bola Preta, 30 segundos após um senhor ser retirado da quadra de ambulância após um infarto ao meu lado, Vamo que vamo que o samba não pode parar. )

 

Semana passada, algumas pessoas perguntaram se minha mãe gostava ou não de Dead Kennedys. Imediatamente, lembrei da vez que estávamos no mesmo centro espírita citado anteriormente e subiram para se apresentar no momento da musicoterapia as mesmas meninas, com as mesmas músicas, e ela comentou um negócio curioso.

– É o pessoal do Relespública? Fim merecido.

– Cuma?

 

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Quase nenhuma criança bebe cerveja

Às vezes, até me pego pensando mesmo em que fim levou o Relespública (o Robin, nunca saberemos) e o que diabos significa “fim merecido” na cabeça de dona Thereza. Mas imediatamente sou levado pelas associações esquisitas que fazemos quando temos tempo e a acabo, volta e meia, querendo saber mais sobre o assunto Luiza Ambiel anuncia pré-venda de água do próprio banho após pedidos de fãs.

É até um negócio que poderia fazer sentido. Veja bem: a mulher ficou famosa por tentar evitar que o Tiririca pegasse sabonetes em uma banheira de propriedade do Gugu vende água de uma banheira. (Dentro desse quadro, qualquer coisa faria sentido.) Mas o que me encasqueta é o que diabos os fãs vão fazer com essa água.

 

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Beber? Tomar banho de água usada de banho? Guardar como souvenir? Mostrar para amigos e parentes dizendo “olha, água que a Luiza Ambiel não bebe e se lavou”.

Isso, claro, se lavou-se mesmo. Não duvido que ela envie umas Minalba zero KM pelos correios dizendo que se banhou com aquilo.  Afinal, a gente não duvida de mais nada nos dias de hoje.

Mesmo porque…

Esfignonamômetro

– Que mundo é esse em que as pessoas roubam aparelhos de medir pressão à luz do dia?

– Como?

– Acabo de ver uma mulher que roubou um aparelho de medir pressão.

– Olha, essa é uma dúvida que sempre tive. Como se chama isso?

– Crime.

– Não, não o roubo. O aparelho de medir pressão. Qual é o nome disso?

– Eu chamo de aparelho de medir pressão. E acho que todo mundo chama de aparelho de medir pressão. Mas você pode chamar do que quiser. Caneta, panela, sabonete, vesícula. Ele não vai atender mesmo.

– Ô, idiota, queria saber se tem algum termo técnico para ele.

– Tem. É “aparelho de medir pressão”.

– Já vi que empacamos nessa conversa.

– Por falar em empacar, outro dia vi uma vaca móvel solta no meio da Anchieta. Que perigo, não?

– O que é uma vaca móvel?

– É um bicho que muge e dá leite.

– Eu sei o que é uma vaca. Não entendi o móvel.

– Ah, é móvel porque ela estava andando de um lado para o outro na Anchieta.

– Não podia simplesmente falar vaca?

– Poderia. Mas aí pairaria no ar a dúvida se ela era móvel ou estática. Quis ser específico, não gosto de discursos dúbios.

– Mas gosta de discursos débeis.

– Não vem com ofensa. Eu já estou todo assustado e você me vem com desdém…

– Assustado por…

– Porque vi uma mulher que roubou um aparelho de pressão à luz do dia.

– Como foi isso?

– Estava vindo para cá e cruzei com uma mulher com o aparelho de pressão preso no braço. Ela andava calmamente. Achei que ela ou alguma enfermeira tivesse esquecido de tirar e fui avisar.

– E ela?

– Ela disse “ah, não foi esquecimento. Eu roubei ali daquela clínica. Como não cabia na bolsa, resolvi colocar no braço e sair assobiando”.

– Que ladra!

– E era uma ladra móvel. Andava apressada como ninguém.

– Ela andava com pressa? Ou com pressão?

 

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Aí, por falar em notícias, algo que me fascina são aquelas com confusão generalizada, populares intervindo e finais felizes. Se termina em tragédia, boa parte da graça vai embora porque tenho coração.

Na Vídeo mostra início de confusão que terminou com bebê caindo de carro em movimento antes de veículo bater em poste, não sei como acaba. Apesar do susto, torço para que tudo esteja bem.

O que não entendo até agora é o diabo do nome do lugar onde se passa toda essa arruaça: Avenida Edward Fru Fru Marciano da Silva

Isso só pode ser inventado. Nenhuma rua pode – ou deve – chamar isso. Nem nenhuma pessoa. Soa, além de engraçado, muito mal. Ou mau?

O Estranho Caso das Palavras Voadoras e Outros Contos

– Eu sempre fui mau nas aulas de física.

– Você cortava o cabelo das meninas, grudava chiclete na cadeira do professor ou costumava cagar na lancheira?

– Não. Eu tirava notas baixas mesmo. Por quê?

– Então o correto é mal, com éle.

– Como você sabe que eu falei mau com u, se eu estou falando?

– Seu sotaque.

– Eu não tenho sotaque.

– Ok, confesso. Eu tenho um super poder. Em vez de ouvir as pessoas, eu vejo as palavras saindo da boca delas. Leio e entendo.

– Você lê os lábios?

– Não. Eu vejo as palavras voando. É um troço muito louco.

– E quando você bebe ou quando sai sem óculos de casa?

– Quando eu bebo muito, aperto os olhos e enxergo. Quando eu saio sem óculo de casa, não tem problema.

– Por quê? São letrões gigantes, à prova de problemas de visão?

– Não. Porque eu não uso óculos.

– Ah. Mas e se alguém fala pelas suas costas, você não ouve?

– Normalmente, ouço. Ou melhor, leio. Porque a letras aparecem flutuando à minha frente. Como disse, é um troço muito louco.

– E quando você era criança e analfabeta, como fazia?

– Primeiro, me fiz de louco. Depois, de surdo. Por fim, mímicas.

– Deve ter sido difícil para você.

– Nem tanto. A pior parte é desviar das letras. Quando elas avançam na minha direção, tenho que desviar, para não levar um A ou um C na testa. Dói. Já reparou que sempre que tem alguém falando eu fico me mexendo?

– Já, mas pensei que fosse formiga no cu.

– Não, é esse problema aí.

– Rapaz… não sabia que pelas leis da física isso era possível.

– O que só comprova que você é mesmo muito ruim de física.

– Sim. Era isso que ia falar no começo. Que eu sempre fui muito mau nas aulas de física.

– Mal. Fala direito. Isso fere meus olhos.

– Tá. Mau.

– Mal.

– Ai meu Deus, não consigo.

– Usa outra palavra. Usa péssimo.

– Mas não era tão mau assim.

– Tá, mas só pra efeito de desenvolver a conversa.

– Tá. Eu era péçimo em física.

– Argh.

– O quê?

– Você falou péssimo com cedilha.

– Cério?

– Ai meu Deus. Fecha a boca, por favor.

– O que foi agora?

– Sério com c.

– Esse foi de propósito.

– Como assim?

– Era só pra ver se essa história toda era verdadeira.

– E você acha que eu ia inventar algo assim tão estupidamente estranho?

– Nunca se sabo.

– Sabo?

– É. Errei de propósito a grafia.

– Mas trocar e por o não é muito comum. Até se eu tivesse a audição normal, pegaria o erro. Foi um teste?

– Ah, não. É que além de física, sempre fui muito mau em português também. Escrito e falado.

 

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E, enfim, os links da semana

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