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Estresse, sono e alimentação também influenciam gordura abdominal

Em meio a dietas restritivas, treinos milagrosos e uma enxurrada de dicas nas redes sociais, muita gente ainda se pergunta: existe um caminho rápido e eficaz para perder gordura abdominal?  “O corpo não perde gordura de forma localizada. Quando há déficit calórico aliado a exercícios, a redução acontece de maneira geral, respeitando características individuais e genéticas”, explica Cacá Ferreira, gerente técnico da Cia Athletica.

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Outro erro comum é acreditar que séries intermináveis de abdominais são suficientes para conquistar uma barriga mais definida. Embora esse tipo de exercício seja importante para fortalecer a musculatura do core e melhorar a postura, ele não atua diretamente na queima de gordura.

“Os exercícios são fundamentais dentro de um programa de treino, mas sozinhos não promovem a redução da gordura abdominal. Eles precisam estar combinados com atividades aeróbicas e um planejamento completo”, afirma o gerente técnico da Cia Athletica.

Mais do que seguir dietas da moda, o equilíbrio nutricional também é determinante para criar o déficit calórico necessário à perda de gordura. “A alimentação tem papel fundamental no processo, mas o exercício potencializa os resultados, melhora o metabolismo e contribui para a manutenção do peso a longo prazo”, diz Ferreira.

A intensidade do treino também costuma gerar dúvidas. Protocolos de alta intensidade, como os treinos intervalados, ganharam popularidade por prometerem resultados mais rápidos. Eles podem, de fato, ser eficientes – desde que respeitem o condicionamento físico de cada pessoa. “Treinos mais intensos podem trazer bons resultados, mas precisam ser indicados de forma individualizada. O mais importante é a consistência ao longo do tempo”, reforça o profissional.

Além dos fatores alimentação e atividade física, outros aspectos menos lembrados também influenciam diretamente o acúmulo de gordura na região abdominal. O estresse crônico e a privação de sono, por exemplo, impactam a regulação hormonal do organismo. “Altos níveis de estresse e noites mal dormidas aumentam a liberação de hormônios que favorecem o acúmulo de gordura, especialmente na região da barriga”, finaliza Ferreira.

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