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Sob liderança de Fernanda Rosa, Viva Orlando Experiences implementa tecnologia de filas virtuais e acessibilidade para revolucionar turismo nos EUA

  • Créditos/Foto:Divulgação
  • 08/Janeiro/2026
  • Victor Costa

 


Especialista em operações projeta impacto multimilionário na economia da Flórida ao solucionar gargalos críticos de mobilidade e eficiência nos parques temáticos

Em um momento em que os Estados Unidos buscam consolidar sua recuperação econômica e reafirmar sua liderança no turismo global, a Flórida se torna o palco de uma inovação estratégica liderada pela empresária e especialista em operações Fernanda Rosa. À frente da Viva Orlando Experiences, Rosa não está apenas lançando mais uma operadora de viagens, mas introduzindo uma complexa engenharia de serviços desenhada para resolver dois dos maiores problemas crônicos da indústria de entretenimento americana: a ineficiência logística causada pela superlotação e a falta de inclusão real para visitantes com necessidades especiais. A proposta da empresa vai além do lazer; trata-se de uma intervenção técnica que utiliza sistemas avançados de filas virtuais e roteiros adaptados para otimizar o fluxo de visitantes, reduzindo drasticamente o tempo ocioso em esperas e, consequentemente, aumentando o ticket médio de consumo dentro dos parques — uma métrica vital para a saúde financeira do ecossistema de turismo local.

A relevância desta iniciativa ganha contornos de interesse público ao observarmos como a gestão de Fernanda Rosa ataca gargalos que hoje limitam o potencial de receita do estado. Ao implementar tecnologias que permitem ao turista “agendar” sua experiência e evitar o desgaste físico das longas filas, a Viva Orlando Experiences devolve ao visitante o ativo mais precioso de suas férias: o tempo. Esse tempo recuperado é inevitavelmente reinvestido na economia local, seja em restaurantes, lojas ou serviços auxiliares, gerando um efeito multiplicador que beneficia toda a cadeia de suprimentos da região. Mais do que isso, o foco rigoroso na acessibilidade — criando itinerários viáveis para pessoas com mobilidade reduzida e neurodivergentes — preenche uma lacuna de mercado frequentemente negligenciada por grandes corporações, posicionando os Estados Unidos como um destino pioneiro em turismo inclusivo e humanizado.

O diferencial que sustenta a viabilidade e o sucesso deste empreendimento, no entanto, reside na expertise singular de sua fundadora. Fernanda Rosa traz para o mercado americano uma bagagem sofisticada em controle de qualidade e gestão de processos que transforma a teoria da “experiência do cliente” em prática operacional mensurável. Sua capacidade de orquestrar logísticas complexas e antecipar falhas sistêmicas oferece à Viva Orlando Experiences uma vantagem competitiva robusta, permitindo que a empresa opere com uma eficiência que serve de modelo para o setor. Ao criar novos postos de trabalho qualificados e elevar a barra de exigência para serviços turísticos, a atuação de Fernanda não apenas beneficia seus clientes diretos, mas fortalece a infraestrutura de serviços da Flórida, demonstrando como a iniciativa privada, quando guiada por alta competência técnica, pode atuar como um motor de desenvolvimento socioeconômico indispensável para o país