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Segurança

Como manter as crianças seguras nas piscinas

  • Créditos/Foto:Divulgação/iGUi
  • 07/Janeiro/2026
  • Da Redação

As preocupações com a água em meio à chegada do verão aumentam. Isso porque 4,1% dos óbitos por afogamento no Brasil ocorrem em piscinas, segundo com dados da Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (Sobrasa). Os índices também mostram que é um problema especialmente grave entre crianças de 0 a 9 anos, com 65% das mortes nessa faixa etária ocorrendo em piscinas. A maioria dos casos acontece nas residenciais (49%), mas também em clubes e academias (10%) e escolas (7%). Em 2024, o total de mortes por afogamento no País chegou a 5.488, com homens representando a maior parte das vítimas, morrendo 6,4 vezes mais que as mulheres​.

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A iGUi, fabricante e comercializadora mundial de piscinas pré-fabricadas, tem em todo seu portfólio de produtos a segurança como prioridade. Tanto é que todas as piscinas da marca contam com o sistema de sucção aberta. Com esse equipamento, a aspiração, a drenagem e a circulação da água são feitas sem pressão exposta ao usuário, evitando o risco de machucar ou aprisionar as pessoas submersas.

A rede também lançou, em 2017, a única cobertura de piscinas totalmente automatizada, a Levita. Ecologicamente correta e produzida em PVC, a cobertura dispensa o uso de lonas de vinil e plástico bolha ou telas para cobrir a piscina, porque cumpre todas as funções dos seus correlatos – segurança, auxiliar de limpeza e termicidade, além de ser automatizada. A Levita cobre totalmente a superfície da água e pode aguentar até 50 quilos. “É o fim da preocupação dos pais em relação a acidentes”, comenta Filipe Sisson, presidente e fundador da iGUi Worldwide.

Perigo do cloro

Estudos têm apontado para o perigo do cloro, principalmente se usado de forma irregular ou em excesso. Dificuldade respiratória, dores na garganta, reações na pele e até risco de câncer são alguns dos sintomas ligados à exposição contínua ao cloro. Pensando no bem-estar dos usuários, a iGUi desenvolveu o Solo, um biocida capaz de destruir, neutralizar, impedir e prevenir a ação de microrganismos vivos indesejáveis e nocivos à saúde.

“O cloro é um produto químico pouco usado para fins domésticos em diversos países do mundo, especialmente nos mais avançados. O Solo veio justamente para substituir seu uso nas piscinas. Sei que há ainda muito trabalho a ser feito para que isso ocorra, mas sonho com o dia em que o uso do cloro será proibido no Brasil”, afirma Sisson.

Isento de odor e cor, o Solo é eficiente a baixas concentrações. É utilizado diluído em água, o que lhe confere uma toxicidade praticamente nula. O biocida não contém metais pesados, grandes responsáveis pela contaminação do ecossistema e prejudiciais aos organismos dos seres vivos. O efeito germicida é o mesmo que o dos xampus, não provoca alergia, mantém pele e cabelos hidratados e conserva a pintura da piscina. Aplicado em média a cada 30 dias, o Solo não evapora.

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