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Os brasileiros mais fortes do futebol russo hoje e quanto eles ganham

  • Créditos/Foto:Inteligência Artificial
  • 24/Junho/2026
  • Da Redação

Em ano de Copa do Mundo, os brasileiros espalhados pelo exterior ganham os holofotes, e um destino que sempre desperta curiosidade é a Rússia. O país que já foi um dos mercados mais agressivos para contratar talento sul-americano vive hoje uma realidade diferente. O grupo de brasileiros encolheu nos últimos anos e se concentra quase inteiramente em um único clube, o Zenit São Petersburgo. Esse tipo de análise de mercado também ajuda torcedores e apostadores a entenderem melhor o peso de cada jogador em suas ligas, especialmente em plataformas de apostas com mais mercados esportivos disponíveis, onde campeonatos menos óbvios podem oferecer leituras interessantes. Mais do que isso, é um elenco em constante movimento, com algumas das principais estrelas já de saída ou com o nome no mercado. Para entender quem são os mais fortes e quanto eles realmente ganham, vale olhar com calma para esse cenário.

O Zenit como centro de gravidade

Praticamente toda a relevância brasileira no futebol russo passa por São Petersburgo. O Zenit, controlado pela gigante estatal de energia Gazprom, é o grande polo de atração de talento brasileiro há mais de uma década, e segue colhendo os frutos disso. Em 17 de maio de 2026, o clube conquistou o seu décimo primeiro título do Campeonato Russo, mantendo um domínio que se tornou rotina no país. Essa hegemonia é construída, em boa parte, com a técnica importada do Brasil, e é por isso que qualquer conversa sobre brasileiros na Rússia começa e quase termina no mesmo lugar.

Vale registrar logo de início uma mudança importante. Quem era o brasileiro mais bem pago do futebol russo, o meio-campista Gerson, já não está mais por lá. Em 10 de janeiro de 2026, o Cruzeiro anunciou oficialmente a sua contratação, em um acordo que o levou de volta ao Brasil com vínculo até o fim de 2030. Por isso, embora o nome dele apareça em qualquer retrospecto recente, o Coringa não entra mais na lista de brasileiros atuando na Rússia.

Luiz Henrique, a estrela do grupo

O nome de maior peso hoje é Luiz Henrique. Ponta e meia-atacante de 25 anos, eleito Rei da América em 2024 pela campanha vitoriosa do Botafogo, ele é um dos dois brasileiros da Rússia convocados por Carlo Ancelotti para a Copa do Mundo de 2026. O Zenit investiu pesado para tirá-lo do Glorioso em janeiro de 2025, desembolsando cerca de 33 milhões de euros e assinando um contrato de quatro anos com opção de mais um.

No campo financeiro, a imprensa russa aponta que Luiz Henrique recebe em torno de 4 milhões de euros por temporada, algo próximo de 2,1 milhões de reais mensais já descontados os bônus. Além de ser o mais forte, ele é também o mais cobiçado. O clube russo só topa negociá-lo por propostas entre 40 e 50 milhões de euros, e o seu nome aparece com força no radar do futebol italiano e de diversos clubes brasileiros para a janela que se abre depois do Mundial. É o típico ativo valorizado que a Rússia não solta por pouco.

Douglas Santos e Wendel, as colunas do time

O outro internacional brasileiro em solo russo é Douglas Santos. Lateral esquerdo e capitão do Zenit, ele defende o clube desde 2019 e também foi chamado por Ancelotti para a disputa da Copa. É uma referência de liderança e regularidade, peça fundamental do esquema da equipe, ainda que o valor exato do seu salário não seja divulgado de forma confiável pelas fontes públicas, algo comum no futebol russo.

No meio-campo, o homem de maior influência é Wendel. Volante de armação que chegou ao Zenit em 2020, ele é tratado como um dos cérebros da equipe. Estima-se que os seus ganhos anuais superem os 2,4 milhões de euros, com contrato válido até dezembro de 2028 e um valor de mercado na casa dos 24 milhões. Assim como Luiz Henrique, Wendel é alvo do mercado para o pós-Copa, com o Napoli aparecendo como o interessado mais concreto, em uma operação que pode girar em torno de 25 milhões de euros.

O elenco de apoio e os brasileiros fora do Zenit

Abaixo desse trio de maior destaque, o Zenit ainda conta com outros brasileiros de bom nível, embora com salários mais modestos e menos divulgados. Fazem parte da rosa o zagueiro Nino, ex-Fluminense e uma das lideranças do vestiário, além de nomes como Gustavo Mantuan, Pedro e o recém-chegado Jhon Jhon, contratado junto ao Red Bull Bragantino. São jogadores que ajudam a sustentar a base verde-amarela do clube campeão.

Fora de São Petersburgo, a presença brasileira é mais pontual, mas existe. Os dois nomes mais conhecidos são Bitello, na Dynamo Moscou, e Pedrinho, na Lokomotiv Moscou, ambos atletas que mantêm viva a tradição de meio-campistas e atacantes brasileiros espalhados pelo país.

A realidade dos salários e um cenário em transformação

Para dimensionar o fenômeno, na temporada 2025-26 o futebol russo reunia cerca de 28 brasileiros, o maior contingente estrangeiro do campeonato. Ainda assim, é importante frisar que os brasileiros não são necessariamente os mais bem pagos. A folha salarial bruta estimada do Zenit para a temporada gira em torno de 48,75 milhões de euros, e o jogador de maior salário no clube é, na verdade, o colombiano Wilmar Barrios.

Aqui entram dois alertas que qualquer leitor deve ter em mente. O primeiro é que, na Rússia, os salários quase nunca são oficializados pelos clubes. Os valores circulam por meio da imprensa e devem ser lidos como estimativas, frequentemente apresentadas já livres de impostos. O segundo é que esse é um retrato de junho de 2026, e ele está fadado a mudar rapidamente. Vários desses atletas, com Luiz Henrique e Wendel à frente, estão declaradamente disponíveis para o mercado assim que a Copa terminar, o que pode esvaziar ainda mais a colônia brasileira no leste europeu.

No fim das contas, a história dos brasileiros no futebol russo hoje é a de um grupo menor, concentrado e de saída anunciada, sustentado por um Zenit que ainda usa a técnica importada do Brasil como matéria-prima dos seus títulos. Para quem acompanha esse tipo de mercado alternativo, entender o contexto competitivo também pode ajudar em leituras mais amplas sobre futebol internacional e entretenimento esportivo, inclusive em buscas por site de apostas com entrada mínima de R$3 via Pix. E você, acha que vale a pena para um jovem talento brasileiro aceitar o futebol russo em troca de salários altos, ou o isolamento competitivo do mercado não compensa? Deixe a sua opinião nos comentários.