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Resumão da Semana

Erramos: Amorecana Drinks e Loves

  • Créditos/Foto:Reprodução / Metropoles
  • 03/Março/2026
  • Sérgio Vinícius

Como a newsletter anterior causou mais confusão do que explicação na cabeça dos leitores, envio essa ERRATA EMERGENCIAL, que também serve como news desta semana. E como Resumão da Semana, caso você esteja lendo isso diretamente no 33Giga.

A lista de links – tirando a reportagem dos famosos no Privacy – está especialmente fraca, já que mandamos a news anterior na quinta-feira passada. Mas não se pode ter tudo – e eu aceito, eu acredito e, seguindo os conselhos do Luva de Pedreiro, eu recebo.

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Como disse o nosso correspondente em Seattle, terra do amor, “o sósia aí é o Chucky, só que velho. E meio Ernest Borgnaine. Com escorbuto.”

– Esses dias, fiquei sabendo que Gandhi, D. Pedro II e Sarashiva moram em uma colônia espiritual sobre Santos e comecei a repensar a minha vida.

– Sara o que? 

– Sar nada. REPENSAR a minha vida.

– Não a Sar aí que mora sei lá onde.

– Ah, sei lá. Saralins, Sarashana, Baby Consuelo, essas coisas. Sei que é vizinha do Gandhi e de D. Pedro II. 

– Que vizinhança, não? Parece até a Vila do Chaves ou a Casa dos Desesperados.

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ERRAMOS

Diferentemente do informado na newsletter anterior, o melhor nome de puteiro do mundo é Amorecana Drinks, e não Amoredrinks Cana. A observação foi enviada pelo nosso leitor e quase frequentador Professor Shitake.

Claro que daria para melhorar ainda mais: Amorecana Drinks and Love ou, ainda mais, Amorecana Drinks e Loves. Ou Amoredrinks Canas e Amores. Ou Amoreloves Drinks e Canas. Ou Canadrinks Loves e Amores. Ou, beirando à perfeição, Churrascaria Per Tutti.

De qualquer forma, o erro não foi – e nem será – corrigido.

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– O que caralhos é fobismo?

– Que?

– Fobismo, fobista, essas coisas que você falou na última news.


– Ah! I see fobista people.


– Como?


– All the time!


– Explica, faz favor.


– Tá.

Alguns textos envelhecem como espanhola (leite, vinho e uns querosenes aleatórios). Quem diria que 16 anos depois, Love viraria, assim como Val Kilmer, gênio e um dos melhores centroavantes que vi no Coringão?

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Vagner Love, el fobista

– Descobri ontem que o Vagner Love é muito fobista. Daí, não tive alternativa a não ser torcer contra ele e contra o Flamengo.

– O que diabos é fobista?

– Não sei. Mas meu pai disse com tanta ênfase, que não tive dúvidas de que ele é 100% fobista.

– Olha, pensando bem, acho que é mesmo. Vamos analisar a carreira dele.

– Acho que nem precisa ir tão longe. Olha as trancinhas. Repara no jeito de correr. A malemolência e o olhar quase brejeiro. É, sim, um fobista.

– Eu acho que fobista tem mais a ver com a carreira. Artilheiro da série B, mais ou menos no CSKA, volta à série A do Brasil defendendo o Palmeiras e se mostra um mindingo. Aí, vai jogar no Rio e, se aproveitando das traves grandes do Maracanã e do condicionamento físico dos anos 40 dos adversários, vira atração quase principal. Pegue todas as informações, as condense e, aí sim, temos um tremendo de um fobista. Quiçá, o maior do Brasil.

– Eu diria que é o maior fobista do mundo.

– Não é. Do mundo, acho que é o Val Kilmer.

– Esse aí é o maior fobista fracassado do mundo. O Love faz parte do rol de fobistas ainda não completamente fracassados.

– Sei não. Acho temos quase um empate no quesito fobismitismo entre Val Kilmer e Love. A diferença fica no fato de que um já é fracassado. O outro está no caminho certo.

– O que só faz do Love mais fracassado que o Val Kilmer, já que o primeiro nem é mais fracassado que o segundo. O Kilmer ganha no quesito fracasso, mas perde em termos de fracasso no fobistismo. O Love, enquanto quase fracassado, é um fobista na acepção pura da palavra, se excluirmos o ponto “quase completamente fracassado no caminho certo para tal objetivo”.

– E qual é a acepção pura da palavra fobista?

– Taí. Não sei bem. Vou perguntar para o meu pai.

– Não foi seu pai que disse, certa feita, que o diminutivo de moto não era nem motinho nem motinha, mas motolina?

– Ele mesmo.

– Ah, então aproveita a sapiência dele e pergunta se o Christopher Lambert é muito ou pouco fobista também. Sempre tive a impressão que ele era um pouco… um pouco… então, um pouco uma palavra que eu não sabia nunca qual era. Se pans, era fobista.

– Beleza. Vou aproveitar e consultá-lo e perguntar se ojeriza é com “o” ou com “agá”.

– Será que ele sabe isso também?

– Ele é praticamente um oráculo.

– Sabe tudo?

– Não. Mas o que não sabe, inventa. E ai de você se discordar.

– Te devora?

– Não. Te tira de fobista.

– Credo! Manda só um abraço, então.

– Será mandado.

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E agora, os links da semana

Semana que vem, tem mais. Até lá.