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Aluguel de eletrônicos desponta como alternativa para reduzir lixo eletrônico

  • Créditos/Foto:DepositPhotos
  • 05/Agosto/2025
  • Da Redação, com assessoria

Celulares trocados a cada dois anos, notebooks cada vez mais finos e velozes, smart TVs que oferecem imagens imersivas, caixas de som inteligentes, fones Bluetooth, assistentes virtuais, geladeiras conectadas, aspiradores robôs. A lista de dispositivos modernos que facilitam a rotina aumenta a cada ano. Mas, com ela, cresce também um efeito colateral pouco discutido: o lixo eletrônico.

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O Brasil é o quinto maior produtor de lixo eletrônico do mundo, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), ficando atrás apenas de China, Estados Unidos, Índia e Japão. E o problema não está somente no que é descartado. De acordo com o Centro de Tecnologia Mineral (Cetem), 85% dos brasileiros mantêm aparelhos eletrônicos parados em casa, sem uso e sem saber como descartá-los corretamente.

“Grande parte do lixo eletrônico no Brasil nem chega a ser descartado. Ele permanece dentro de casa, esquecido em gavetas e armários. Ainda temos uma relação muito forte com a posse e guardamos aparelhos mesmo quando já não têm mais função. Por outro lado, já vemos soluções mais inteligentes surgindo, como o aluguel de eletrônicos por assinatura, que mantém os dispositivos circulando e evita esse tipo de estagnação”, comenta Cadu Guerra, CEO da allu, empresa brasileira especializada em assinatura de eletrônicos.

Nesse modelo, o consumidor, seja pessoa física, seja jurídica, tem acesso a dispositivos atualizados por tempo determinado e, ao final do contrato de locação, os equipamentos são recolhidos, passam por manutenção e são disponibilizados para novos usuários. O processo, além de evitar o descarte precoce, amplia a vida útil dos aparelhos e torna o acesso à tecnologia mais flexível e financeiramente viável.

Soluções como a da allu ajudam a transformar o consumo em algo mais racional, com menos desperdício e impacto ambiental. “Estamos falando de uma forma mais atual e responsável de se relacionar com a tecnologia. Em vez de comprar, acumular e esquecer, o aluguel de eletrônicos permite que os equipamentos acompanhem o ritmo da vida moderna, sem gerar excesso. É prático, econômico e mais responsável do ponto de vista ambiental. Consumir bem não é só ter o mais novo, mas também saber como usar e quando renovar”, explica Guerra.

A allu já conta com mais de 35 mil clientes ativos e oferece itens como smartphones, notebooks, telas, games, tablets e smartwatches para locação. A expectativa é ampliar ainda mais esse portfólio nos próximos meses, reforçando seu papel como alternativa sustentável e acessível para quem busca tecnologia sem acúmulo.

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