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Roubos de celular disparam: aluguel de eletrônicos vira alternativa

  • Créditos/Foto:DepositPhotos
  • 22/Setembro/2025
  • Da Redação, com assessoria

Entre janeiro e julho deste ano, foram registrados 35.385 roubos de celulares na cidade de São Paulo. Segundo dados da Secretaria da Segurança Pública (SSP), isso equivale a um aparelho perdido a cada nove minutos. Diante desse risco, consumidores têm questionado o alto investimento em um único smartphone e buscado por alternativas que ofereçam mais segurança e tranquilidade. Uma das que mais ganha força é a possibilidade de alugar eletrônicos.

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Em vez de comprar um aparelho por um valor elevado e arriscar perdê-lo em um assalto ou ter que arcar com custos de reparo, o consumidor pode optar por um serviço que cubra perdas, furtos e danos. A ideia é proporcionar facilidade ao usuário, eliminando a preocupação com os altos valores para a reposição de um dispositivo que, em muitos casos, se tornou indispensável para trabalho, comunicação e lazer.

“Não faz sentido que algo pensado para facilitar o dia a dia acabe se tornando uma fonte de preocupação constante”, comenta Carlos Guerra, CEO da allu. “As assinaturas tornam o uso da tecnologia mais leve, mais seguro e sem a preocupação com imprevistos, permitindo que as pessoas continuem conectadas e produtivas, com mais liberdade e menos medo, sabendo que estão protegidas.”

A assinatura de eletrônicos costuma incluir cobertura contra furto e roubo qualificado, permitindo a reposição do aparelho mediante o pagamento de uma fração do valor total — no caso da allu, esse gasto não ultrapassa 25% da assinatura anual. Há também cobertura para danos acidentais, com parte significativa do reparo custeada e a oferta de um aparelho reserva durante o conserto.

Em média, o roubo ou furto de celulares resultou em uma perda de R$ 1.549 para cada vítima brasileira, conforme estudo realizado pelo DataFolha entre julho de 2023 e julho de 2024. O instituto projetou que 14,7 milhões de pessoas tenham sido atingidas por esse crime no período, em todo o País.

“Quando olhamos para o prejuízo, entendemos que se trata também de economia real. A lógica tradicional de compra, com tanto risco, já não faz mais sentido para muita gente. Alugar eletrônicos é uma forma de manter a tecnologia por perto, sem se expor a riscos desnecessários”, conclui Guerra.

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